Antes, eu


- “Meu problema não era propriamente dirigir, dirigir eu sabia, porém o carro ficava na maioria do tempo em casa, na garagem.
Recordo-me que procurei ajuda quando li uma reportagem sobre a síndrome do carro na garagem.
A descrição do problema coincidia com o que eu sentia em relação ao carro, ou seja, sempre buscava uma desculpa para deixar o carro em casa, dizia que economizaria combustível, que faria exercício físico, etc..., mas no fundo eu sabia que não era isto.
O problema se agravou com um acidente de trânsito no meu trabalho, com danos materiais, onde a partir dali eu fiquei traumatizado, entrava em pânico com a simples idéia de pegar o carro de outra pessoa.
Comecei a passar uma série de constrangimentos, pois meus amigos sabiam que eu diria e que era devidamente habilitado, porém quando me pediam para levar seu carro eu começava a sentir o coração disparar, tremedeiras e suores frios. Realmente eu entrava em pânico. Foi nesse momento que pesquisei na internet e achei o site da Márcia Copetti, onde li um artigo onde também me enquadrei. Este artigo falava sobre o medo de ir a lugares desconhecidos. Pronto, nesta altura já tinha feito meu próprio diagnóstico, sofria com a síndrome do carro na garagem, aliada ao medo de ir a lugares desconhecidos e não saber onde estacionar o carro, juntamente com meu trauma de pegar o carro de outra pessoa.


Atualmente, eu


- Após dois meses de tratamento acabei percebendo a minha maneira de ver as coisas e me dei conta que poderia mudar este problema, que apesar de ser pequeno, me causava grande transtorno e situações embaraçosas.
Hoje não tenho mais problema em relação a pegar o carro de outras pessoas, já saí com o carro de pessoas conhecidas, bem como carros do meu local de trabalho, sem nenhum problema.
A síndrome do carro na garagem não existe mais. Aliás, o problema hoje é que eu me acostumei a andar diariamente de carro, não faço mais minhas caminhadas para ir trabalhar, além de aumentar o gasto com combustível.
Fazer o quê? Nem tudo é perfeito na vida.”

RMN (sexo masculino)


Autor/ cidade
Márcia Copetti / NH

Fonte
marciacopetti.com.br


 





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